OS CAVALOS DE TROIA DO MUNDO EMPRESARIAL

Por que se correm tantos riscos nas empresas? A tolerância ao risco varia de empresa para empresa e, enquanto que por vezes é um cálculo analisado e baseado em fatos, outras tantas é uma posição emocional.

 

A gestão de risco de crédito pode combinar uma abordagem logica e científica, através de processos de análise qualitativa e quantitativa de informação, e uma vertente onde impera a intuição. É aqui que reside o maior perigo, pois não há perceção da realidade.

 

Conseguir uma parceria ou um negócio com uma “Grande Marca” reconhecida no mercado, para um empresário é muito prometedor e pode aparentar ser um sinal de sucesso. Mas o deslumbre pode ocultar uma realidade diferente, pode ser um Cavalo de Troia. As repercussões das decisões tomadas e concessões feitas, como por exemplo diferentes condições comerciais, maiores contrapartidas, maior complacência, podem revelar-se ruinosas e ditar o fracasso da empresa.

 

Vejamos o caso das pequenas e médias empresas que nos anos da crise trabalhavam para as Grandes do mercado.  Por exemplo, o setor da construção em Portugal foi arrasado por um verdeiro “tsunami” em grande escala. Muitas dessas pequenas e médias empresas que orbitavam as maiores construtoras desapareceram, entraram em insolvência ou foram obrigadas a reestruturar-se e a procurar novas soluções para tentarem reerguer-se. Porquê? Uma vez mais, “o estatuto” que dá trabalhar com uma grande empresa, pode ser algo muito apelativo para um gestor, mas as consequências de uma série de decisões baseadas em intuição, podem revelar-se desastrosas.

 

Como se podem as empresas proteger contra este fenómeno?

Muitas das grandes marcas demonstram os mesmos padrões de comportamento que antecede uma queda abrupta. Os primeiros sinais de alerta podem ser detetados com facilidade através dos incidentes judiciais movidos contra essas empresas.

 

Este é um trabalho que requer vigilância e uma monitorização constante.  Deve ser encarado como um trabalho preventivo, com base na antecipação e não partir de uma iniciativa para resolver um problema.

 

Antes de aceitar um parceiro ou cliente, é recomendado que o gestor possa fazer uma análise profunda à sua “qualidade”. Poderá chegar à conclusão que, apesar do cliente aparentar ser tão glamouroso, afinal não vale para parceiro/cliente da sua empresa. Os relatórios de empresa  e serviços de monitorização de empresas são o reforço, para que a política de crédito adotada seja uma verdadeira proteção dos negócios da empresa.

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